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Scripts personalizados

A sua instituição pode inserir os seus próprios trechos de HTML e JavaScript em todas as telas da plataforma: um pixel de mídia, um widget de chat que a Eduvem não integra nativamente, uma meta tag de verificação, um script de atendimento. É o equivalente ao “scripts de cabeçalho e rodapé” de outros sistemas, sem depender de uma nova versão da Eduvem para cada fornecedor.

O recurso só funciona com duas chaves ligadas, e cada uma pertence a alguém diferente:

  1. Permitir scripts personalizados para esta instituição - a chave da Eduvem. Só um administrador da plataforma vê e altera esta chave, e ela vem desligada para toda instituição. Enquanto ela estiver desligada, a seção mostra apenas o aviso “Scripts personalizados ainda não estão disponíveis para esta instituição. Entre em contato com Eduvem para ativar este recurso.” Peça a liberação ao seu contato na Eduvem.
  2. Ativar scripts personalizados - a chave da instituição. Depois da liberação, o administrador da instituição decide quando ligar e desligar os scripts.

Você pode escrever e salvar os trechos antes de ligar a sua chave, mas nada roda até que as duas estejam ligadas.

Seção Scripts Personalizados com as chaves Permitir scripts personalizados para esta instituição e Ativar scripts personalizados ligadas, e o campo Cabeçalho preenchido com um exemplo de meta tag

Na administração da instituição, aba Integrações, seção Scripts Personalizados (logo abaixo da lista de tokens da API):

  1. Cole o trecho em um ou mais dos três campos:
    • Cabeçalho - roda dentro do <head> da página, antes dos estilos e scripts da própria plataforma. Use para uma meta tag de verificação ou um script que precise carregar cedo.
    • Corpo - roda logo após a abertura do <body>. Use para um banner, um widget de chat ou qualquer coisa que deva aparecer assim que a página começar a ser desenhada.
    • Rodapé - roda logo antes do fechamento do <body>. É o lugar usual para scripts de rastreamento e análise.
  2. Marque Ativar scripts personalizados.
  3. Clique em Salvar. A mensagem “Scripts personalizados salvos com sucesso.” confirma.

Cada campo aceita até 32 KB. Um trecho maior é recusado ao salvar, com a mensagem “O conteúdo do Cabeçalho é longo demais - deve ter no máximo 32 KB.” (ou o campo correspondente), e nada é alterado. Linhas em branco no início e no fim são removidas ao salvar; o resto é guardado exatamente como você colou.

Os scripts entram na página depois que o usuário faz login - na carga de uma página com a sessão já aberta e logo após um login pelo formulário, sem recarregar a página. Eles nunca rodam:

  • na tela pública de login e de cadastro, onde as senhas são digitadas;
  • para os administradores da plataforma Eduvem, mesmo quando entram pelo endereço da sua instituição;
  • dentro do player de conteúdo, da tela inicial e dos painéis do dashboard, que são páginas separadas;
  • em um conteúdo aberto de forma incorporada em outro sistema (lançamento externo/embed);
  • nas telas de manutenção e de instituição desativada;
  • no Painel de Controle da própria Eduvem.

Os trechos rodam na página principal da plataforma. Se você precisa instrumentar o que acontece dentro de uma aula, use o Google Tag Manager, que recebe os eventos de aprendizagem já prontos.

Ligar ou desligar a chave, ou mudar um trecho, vale a partir da próxima carga da página. Uma aba que já estava aberta continua com o script anterior até ser recarregada - um script de terceiros que já carregou não pode ser descarregado.

  • Uma tag <script> roda de verdade. Trechos de fornecedores funcionam como estão. Um bloco com type="application/ld+json" ou outro tipo que não é JavaScript é inserido na página mas não é executado, como em qualquer site.
  • Dentro de um mesmo campo a ordem é respeitada: uma tag que carrega um arquivo externo é executada antes da tag seguinte, então um “loader” seguido de uma configuração funciona. Entre campos diferentes (Cabeçalho, Corpo, Rodapé) não há essa garantia - se dois trechos dependem um do outro, coloque-os no mesmo campo, ou use o padrão de fila do próprio fornecedor.
  • Um trecho com erro não derruba a página nem os outros trechos. O erro aparece no Console do navegador e o restante continua.
  • document.write não apaga a página. Um script antigo que usa document.write tem o conteúdo redirecionado para o fim da página, em vez de apagar tudo o que já estava desenhado. O navegador registra um aviso no Console.
  • Um bloco <noscript> não funciona como alternativa sem JavaScript. Esses campos só rodam quando o JavaScript já está ativo; o conteúdo do <noscript> é inserido, mas não é o mesmo que a alternativa que o fornecedor descreve.
  • Uma meta tag de verificação colocada aqui é invisível para os rastreadores de busca, porque entra na página só depois do login. Use a configuração de link preview da instituição para o que precisa ser público.
  • Nunca cole uma senha, chave ou token. O conteúdo é público para todo participante da instituição.

Entre como um participante comum, pressione F12 e, no Console, confira o efeito do seu trecho (a variável que ele cria, o elemento que ele insere, ou o pedido de rede que ele dispara na aba Network). Na tela de login, antes de entrar, o mesmo Console deve mostrar que nada do seu trecho existe ainda - é o comportamento esperado.

  • Prefira as integrações nativas quando existirem: Widgets de terceiros para Movidesk, Zendesk e Hotjar, e o Google Tag Manager para tags de marketing. Elas já tratam o consentimento e os pontos onde não devem carregar.
  • Mantenha os trechos curtos e guarde uma cópia deles junto com as demais integrações da instituição.
  • Ao trocar de fornecedor, apague o trecho antigo em vez de deixá-lo desligado só pela chave: a chave desliga todos os campos de uma vez.